Virgin Earth Challenge

Richard Branson (Virgin) divulgou a criação de mais um Green Fund como o Earth Challenge de 2007, mas desta vez focado em países emergentes, iniciando pela Rússia e Turquia. Este desafio é ainda mais interessante por tratar-se de incentivo baseado no conceito de Open Innovation e instiga a corrida por se criar novos conceitos e soluções viáveis para a questão da preservação e estabilização do sistema climático global.

Tirando o lado promocional e óbvio benefício da pesquisa e desenvolvimento para aumento de eficiência energética, marcas que lidam com tecnologia têm a chance de obter grande retorno positivo tanto para imagem, como para seus desafios de inovação ou criação do futuro de seus negócios com novas soluções e formando um posicionamento claro para as gerações mais do que antenadas em tempo real.

O desafio de salvar o mundo com uma guerra está justamente na mudança do paradigma (do modelo predominante), pois grandes mudanças já são mais que simples tendências como a redução da dependência do petróleo, ascenção de economia antes subestimadas e também das mulheres que devagarinho vão tomando seu devido lugar para colocar a “casa em ordem”.

The battle is on! Bring it on! Bring it on!

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http://www.virgin.com/richard-branson/blog/open-innovations?utm_source=twitterfeed&utm_medium=linkedin

Aqui segue um grande exemplo de projeto inovador chamado ImageMágica que acompanho há mais de 10 anos, idealizado pelo meu amigo André François e dirigido pela insuperável Paula Blandy, que não somente se renova a cada ação socialmente relevante, como dá suporte a grandes marcas para que desenvolvam seus projetos sustentáveis de social marketing.

Com validação pela ONU, empresas como Itaú, Banco do Brasil, AMD, AES, Fnac e Camargo Corrêa – por exemplo – decidiram associar suas marcas com projetos que tocam problemas sociais mais profundos e que ajudam a propor soluções ligadas ao aumento do social awareness para que as comunidades envolvidas sejam beneficiadas.

De acordo com as estratégias individuais das marcas que buscam um posicionamento socialmente relevante nos médio e longo prazos, uma vez que a tendência clara de aumento de sensibilidade para o protagonismo social está muito claro e em aceleração com a chegada das Gerações Y e Z, ela podem optar por projetos em forma de documentário, de ações ligadas à educação com o uso da imagem digital como instrumento principal de conscientização ou com desenvolvimento específico de projetos de marketing social.

Abaixo segue um exemplo de um documentário que mostra como é possível encarar o desafio da saúde no Brasil ao se desenvolver um olhar diferente para a questão.

Imagem Divulgação – Documentário De Volta Pra Casa

De volta para casa – Um documentário sobre o tratamento domiciliar no Brasil

O tratamento domiciliar ainda é pouco conhecido e divulgado no Brasil, no entanto, uma demanda cada vez maior de pessoas precisa de suporte médico em suas casas ao invés de ficarem internadas em leitos hospitalares. Essa dinâmica é mais barata para o governo e traz mais qualidade de vida para os pacientes, que podem desfrutar do aconchego da família. Foram histórias desse universo que levaram o fotógrafo André François às cinco regiões do Brasil em busca de famílias que recebiam esse tipo de tratamento médico e de profissionais da saúde que se dedicam diariamente a atender e cuidar desses pacientes.
www.imagemagica.org/casa

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http://www.youtube.com/watch?v=47vjGNuj3Uk

http://imagemagica.org.br/servicos.asp

Por pelo menos 10 anos venho trabalhando para buscar resolver a equação entre marketing e o social. As marcas que buscam associação positiva com temas relevantes e convenientes para a comunidade em que estão atuando podem (e devem) inovar criando formas de promoção socialmente positivas.
Alguns exemplos são melhores que outros na medida em que buscam maior relevância do que aparência, mas toda iniciativa neste sentido tem significativo valor por si só. Alavancar visibilidade com o Phelps foi uma jogada interessante dada pela VISA ontem e merece ter destaque e, principalmente, continuidade. Transferir know-how com workshops interessantes para a comunidade e, em especial, para jovens em formação é uma das táticas mais efetivas. Embora sejam de alcance limitado, se houver uma sequência, pode se tornar um programa efetivamente sustentável como ação de marketing socialmente responsável e com resultados.
Outra iniciativa brilhante que tenho acompanhado nos últimos 2 anos é o projeto do Instituto Bola Pra Frente, tocado brilhantemente pela minha amiga Susana, idealizado pelo Jorginho, e que agrega uma valor inestimável não somente para as comunidades atendidas no Rio de Janeiro (e agora expandida para outras ONGs ligadas ao futebol com apoio da Street Football), mas também para as marcas que apoiam o projeto.
Nestlé, Nextel, TOTVS, Nike, WiseUp, Chevron e HSBC – por exemplo – são marcas que se tornaram parceiras de longo prazo e estão colhendo os frutos de um “Placar Social” muito positivo em época de Copa do Mundo. Em tom de desafio, o Bola Pra Frente é um grande exemplo de como um trabalho social relevante para uma comunidade, pode também ser essencial para “compartilhar alma” para o trabalho muitas vezes frio realizado pelas marcas que buscam competitividade por natureza.
Logo mais, trarei outros exemplos que ousam encarar e reverter, a favor da comunidade, ações de marketing que funcionam e contribuem para ciclos sustentáveis de desenvolvimento de marcas no Brasil.

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Não sai da minha cabeça a “relatividade do desafio” já que acredito que somos nós que damos o tom para tudo que vem ao nosso encontro.

Ponto de vista faz parte da essência do que é desafio. Sem ponto de vista não há desasfio, tampouco solução, certo? Então, como mudar um problema depende da percepção que formamos de cada situação… como se fosse fácil assim.

Outra frase importante que ouvi recentemente foi “… se você acha que sua vida está ruim, então olhe para o lado!” Se tudo fosse somente percepção, nada haveria na real. O jeito é não criar problema além dos desafios e é aí que entra o foco que todo mundo recomenda ter. Se a gente viesse com um modo “auto focus” como nas câmeras mais modernas seria mais fácil.

Então vou lançar mão de mais uma frase de efeito, mas que tem feito todo o sentido ultimamente, atribuída ao Einstein:

“Definição de insanidade é cometer o mesmo ato por diversas vezes, mas, esperando por resultados diferentes.”

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“The definition of insanity is doing the same thing over and over and expecting different results.”

 

Uma das lições que aprendi recentemente foi quando ouvi que “viver é se ocupar para não se pensar no fim”. Mas, em tom de desafio, Gabriel Muniz ensina e me faz repensar o que nos falta. Ter a ousadia de sonhar e desacatar o senso comum do que é “possibilidade” é o principal componente do que significa inovar para mim.
Improvável torna-se uma questão de escolha. A diferença é o que traz o elo de igualdade entre nós. O único problema é que a consciência demanda muita energia e é mais fácil se alienar. E achar que alienação é parte do DNA humano é o que me tira o sono desde muito jovem… mas, isso é outra coisa.

Desafio não é escolha, nem é a superação. Limite é algo sem sentido e que faz parte do que aprendemos na base. Agora consigo ver que o “normal” é estéril e a “ignorância” pode ser revolucionária. Sabe aquele dito do “não sabia que era impossível e, assim, foi lá e fez”? Faz todo o sentido agora.

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http://globotv.globo.com/rede-globo/esporte-espetacular/v/gabriel-menino-que-nasceu-sem-os-pes-realiza-o-sonho-de-conhecer-o-barcelona-e-messi/2212899/

Canção DESAFIO by Tom Zé (clique aqui e ouça agora)

Álbum: Jogos de Armar

Doutor: Meus senhores, vou lhes apresentar
A figura do homem popular,
Esse tipo idiota e muquirana
É um bicho que imita a raça humana.
O homem: O doutor exagera e desatina
Pois quando o pobre tem no seu repasto
O direito a escola e proteína
O seu cérebro cresce qual um astro
E começa a nascer pra todo lado
Jesus Cristo e muito Fidel Castro

Refrão:
Africará mingüê e favelará
mérica de verme que deusará
Iocuné Tatuapé Irará
Doutor: Veja o pobre de hoje: quer tratar
Do direito, da lei, ecologia.
É na merda que eles vão parar
Ou na peste, maleita, hidropisia.
O homem: Mas o Direito, na sua amplitude
Serve o grande e o pequeno também.
Além disso quem chega-se à virtude
E da lei se aproxima e se convém
Tá mostrando ao doutor solicitude
Por querer o que dele advém.